“A demanda está muito alta e essas famílias não conseguem encontrar locais que atendam com fácil acesso. Muitas vezes, a família já vem fragilizada nessa parte financeira, que a mãe às vezes tem que deixar de trabalhar para conseguir levar essa pessoa com autismo para as atividades, para as terapias, e o pai tem que prover toda a renda. Então uma família que vem, muitas vezes, desestruturada”, disse Daniela Steindorff, presidente da Associação de Pais e Amigos de Autistas.
