“Apesar de ser um acesso comum na cardiologia, na neurocirurgia não era muito utilizado devido ao fato de não termos dispositivos específicos que atendessem as particularidades do cérebro. Anteriormente os dispositivos para tratamento endovascular eram construídos para serem utilizados no acesso femural (pela perna) e por vezes adaptados ao acesso radial, porém sem a mesma eficácia. No caso específico dessa cirurgia, foi realizado o mesmo tratamento que fizeram no presidente Lula, no Hospital Sírio Libanês, para o tratamento de um hematoma subdural crônico”, esclarece o neurocirurgião, Dr. Luiz Antônio Lavradas.
