“Os cães viviam sem higiene, como no caso das baias onde ficavam as matrizes dos filhotes, que estavam sujas de sangue, o que demonstra a falta de cuidado com a saúde dos animais. O local era inadequado para a procriação e posterior comercialização desses cães”, detalhou Maria Heloiza Lenzi, diretora-presidente do Instituto Itajaí Sustentável.
